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A Fundação Hemope realizou a solenidade de encerramento das atividades da turma de Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia 2026, marcado pela fixação de uma placa comemorativa ao lado do Auditório Dr. Luiz Gonzaga dos Santos.
O momento foi de emoção e celebração com a conclusão do curso por quatro médicos residentes, que encerram um ciclo de dois anos de intensa formação técnica, científica e humana.
A coordenadora da Residência Médica do Hemope, Reijane Assis, destacou as características que marcaram a trajetória de cada profissional. “Cada um contribuiu à sua maneira: alguns com mais seriedade, outros com mais fluidez, outros com mais leveza, e isso fez toda a diferença. Foram dois anos muito felizes, tanto no aspecto profissional quanto pessoal”, afirmou.
A chefe de Ensino e Pesquisa do Hemope, médica hematologista Élyda Almeida, ressaltou a convivência mais próxima com os residentes ao longo do último ano e meio. “Passei a acompanhar mais de perto o universo da residência, o que me permitiu compreender ainda mais os desafios, as conquistas e o crescimento de cada um. Somos aqueles ‘vizinhos de setor’, sempre presentes nas intercorrências, nas urgências e na rotina intensa da formação. É bonito perceber que um ciclo se encerra, o ciclo que os forma como hematologistas e hemoterapeutas”, destacou.
Durante a cerimônia, também foram apresentados os Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs), que reforçam a produção científica desenvolvida ao longo da residência. Walter Alfredo Araújo apresentou o estudo “Caracterização do perfil molecular dos pacientes com leucemia linfocítica crônica no Hemocentro do Nordeste do Brasil”. Pedro Bruno Tavares defendeu a pesquisa “Avaliação da resposta terapêutica em pacientes portadores de leucemia mieloide crônica em uso de inibidores de tirosino-quinase de segunda geração”. José Ismair de Oliveira dos Santos concluiu a residência com o trabalho “Anemia aplástica no adulto: impacto do agonista de trombopoetina na qualidade de vida dos pacientes atendidos em hospital de referência em hematologia do estado de Pernambuco”. Já Rogério de Araújo Melo apresentou o estudo “Manejo da hidroxiureia no paciente falciforme infantojuvenil: opinião da hematologia pediátrica brasileira”.
Ao mesmo tempo em que um ciclo se fecha, outro se inicia. A residência médica representa mais do que formação técnica: é um processo de amadurecimento profissional e pessoal. No Hemope, o compromisso é formar especialistas completos, preparados para contribuir com a hematologia e a hemoterapia em diferentes contextos de atuação. A trajetória desses novos especialistas demonstra que estão prontos para os desafios que virão.
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