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A Fundação de Hemoterapia e Hematologia de Pernambuco (Hemope) promoveu, nesta quarta-feira (16), um evento em alusão ao Dia Mundial da Hemofilia, que se comemora amanhã (17), no Hemocentro Recife, bairro das Graças, Zona Norte da cidade.
Com o tema "Mulheres e meninas também sofrem hemorragias", o momento integra o compromisso com a conscientização e avanço no tratamento da hemofilia. A doença genético-hereditária provoca desordem no mecanismo de coagulação do sangue.
A ação acontece em parceria com a Aphemo (Associação Pernambucana de Pessoas com Hemofilia). O objetivo do dia foi reunir profissionais do Hemope, pessoas que vivem com hemofilia e familiares, que são pacientes da unidade de saúde para uma troca de conhecimentos e experiências.
A enfermeira do Hemope, Ana Cláudia Ramos, destacou os avanços significativos no tratamento da hemofilia nas últimas décadas. Segundo ela, os pacientes enfrentavam muitos desafios no passado, especialmente aqueles com dificuldade de acesso venoso. Com a chegada de novas tecnologias e medicamentos, o cenário mudou de forma positiva. “Antigamente, o tratamento das pessoas com hemofilia era bastante sofrido, pois os pacientes que não tinham um acesso venoso satisfatório sofriam muito com isso. A tecnologia veio realmente para revolucionar, porque agora eles têm essa oportunidade de melhoria. Com a evolução dos medicamentos, os sangramentos se tornaram mais raros, em alguns casos, praticamente inexistem, e isso contribui para a preservação das articulações. É uma mudança muito positiva para a qualidade de vida desses pacientes.”
O diretor-presidente da Associação Pernambucana de Hemofílicos (APHEMO), Jamerson Nascimento, reforçou a importância de lembrar o passado para valorizar os avanços no presente e destacou o papel fundamental da adesão ao tratamento. “Trazer o passado à tona nos ajuda a entender o quanto evoluímos e a valorizar o presente. Antes, nem se falava em adesão — a gente só queria um tratamento, mesmo que fosse paliativo e sem oferecer qualidade de vida. Hoje, sabemos o quanto aderir ao tratamento faz a diferença”, afirmou. Ele também agradeceu ao Hemope pela parceria e apoio: “Quero agradecer à gestão e aos profissionais do Hemope. Vocês são os principais responsáveis por isso estar acontecendo, pelo envolvimento e pelo apoio constante.”
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