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O núcleo de segurança do paciente (NSP) do Hemope foi instituído pela Diretora Presidente Gessyanne Vale Paulino através da Portaria n°100/2019 em 18 de outubro de 2019 e tem a função de promover a prevenção, controle, redução e/ou eliminação de eventuais incidentes, que podem ou não gerar risco e dano aos pacientes expostos aos cuidados nas organizações e estabelecimentos de saúde. Também é responsável pela integração de setores, articulação dos processos de trabalho e gerenciamento de informações que impliquem em risco ao paciente. Os integrantes do NSP e colaboradores se reúnem regularmente para discutir as ações implantadas e seu monitoramento e planejar o seguimento de suas atividades visando sempre à segurança do paciente que implica diretamente em melhorar a qualidade da assistência no HEMOPE.
O NSP atua através da implantação e monitoramento das metas internacionais de segurança do paciente, com gerenciamento de indicadores de eventos, promovendo melhorias nos processos do cuidado, reduzindo o risco de incidentes a um mínimo aceitável, além de realizar treinamentos juntamente com o Núcleo de Educação Permanente (NEP), na busca de uma assistência de qualidade.
Segundo a coordenadora do NSP, Nadja Gimino, a implantação do Núcleo, realizado pela Presidência e Diretoria, que estão atuando de forma ativa, está propiciando ao Hemope uma nova fase. “É de fundamental importância para a instituição a implementação das metas internacionais, onde está sendo trabalhada a identificação dos pacientes - meta 1; a passagem de plantão entre os profissionais médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e nutricionistas, a comunicação de resultado crítico pelo laboratório, a visita multidisciplinar, a transição do cuidado do paciente ao ser transferido para outro setor ( projeto piloto na UTI) – meta 2; Identificação e segregação de Medicações de Alta Vigilância (MAV), armazenamento de psicotrópicos e rotulagem de medicações que estão sendo colocados em prática pela famácia – meta 3; Transfusão segura sendo acompanhada conjuntamente com o Comitê Transfusional (CT) reformulando e efetivando protocolos – meta 4; Higienização das mãos, sensibilização desse cuidado básico contra infecção principalmente nessa época de pandemia – meta 5; Atentar para o risco de Lesão por Pressão em pacientes acamados e risco de queda, utilizando protocolos, scores e pulseiras como sinalização de risco ( projeto piloto UTI) executada pela gerência de enfermagem e coordenação da UTI em parceria com o NSP”, ressaltou.
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